Vamos Filosofar sobre futebol e admirar o futebol bem jogado!
E respondam a seguinte pergunta: Qual foi a melhor seleção que você já viu jogar?
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| A famosa Laranja Mecânica |
Quando
acordei hoje e fui escolher que camisa usar, vi na gaveta três que poderiam
ser, mas uma me chamou atenção: a camisa da laranja mecânica – aquela com
Camisas F.C; sem nenhum tipo de propaganda.
E
quando cheguei a faculdade notei que muita gente reparou o que eu vestia.
Alguns perguntavam: “Laranja Mecânica o filme?” e eu ria. Outros falavam: “que
timaço esse né?”. Daí, muitas questões vieram na minha cabeça, inclusive
escrever esse post. Fiquei pensando sobre o que representou essa seleção
holandesa de 1974 e 1978, que pra muitos revolucionou o modo de se jogar
futebol. Também me impressionou a importância que há numa camisa, o quão
importante são símbolos e quão importante é o futebol.
Sei
que é clichê dizer o quanto aquela seleção jogou, com jogadores como Johan
Cruijiff e os gêmeos René e Willy van de Kerkhof. Revolucionou sim o modo de se
jogar e ver futebol. Taticamente então, nem se fala, ela trouxe para o mundo do
futebol, que jogava com duas linhas de quatro (o famoso 4-4-2), um 4-3-3,
semelhante ao que fez o Flamengo de Zico em 81.
Outra
coisa que dizer por aí, é que essa seleção foi melhor que a seleção de Pelé,
Garrincha, Gerson. É algo bem discutível. Tive a infelicidade de não ver
nenhuma das duas jogarem, porém afirmo com certeza que ambas foram essenciais
para o futebol mundial. E, se uma é melhor do que a outra é relativo. Sei que
sou a favor de ressaltarmos o bom futebol, o bem jogado, o bem treinado.
Ainda
tem uma grande parcela da minha geração que acha que o maior jogador do
Flamengo foi o Petkovic; que o Ronaldinho Gaúcho é o cara. Claro que temos que
exaltar esses caras, porém eles não são os únicos, muito
menos os melhores.
Outra
ideia que tive com esse post é de voltar a postar vídeos com as jogadas incrível
desses craques.
Enfim,
que viva sempre o bom futebol, o bem feito, o bem bonito, o bem jogado, o que
salta aos olhos do leigo e também aos olhos do amante. Temos que olhar para o
especial como especial e para o comum como comum. Não podemos tornar tudo o
espetacular. Deixa que a mídia já faz isso por nós. Que o Neymar seja o Neymar
e não o “novo Pelé”. Que o Messi seja o Messi e não o “ novo Maradona”. Que as
coisas sejam postas nos seus devidos lugares, sem menosprezar ou engrandecer um
ou outro.

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