29/09/2012

Laranja Mecânica



Vamos Filosofar sobre futebol e admirar o futebol bem jogado! 

E respondam a seguinte pergunta: Qual foi a melhor seleção que você já viu jogar?


A famosa Laranja Mecânica


Quando acordei hoje e fui escolher que camisa usar, vi na gaveta três que poderiam ser, mas uma me chamou atenção: a camisa da laranja mecânica – aquela com Camisas F.C; sem nenhum tipo de propaganda.
E quando cheguei a faculdade notei que muita gente reparou o que eu vestia. Alguns perguntavam: “Laranja Mecânica o filme?” e eu ria. Outros falavam: “que timaço esse né?”. Daí, muitas questões vieram na minha cabeça, inclusive escrever esse post. Fiquei pensando sobre o que representou essa seleção holandesa de 1974 e 1978, que pra muitos revolucionou o modo de se jogar futebol. Também me impressionou a importância que há numa camisa, o quão importante são símbolos e quão importante é o futebol.
Sei que é clichê dizer o quanto aquela seleção jogou, com jogadores como Johan Cruijiff e os gêmeos René e Willy van de Kerkhof. Revolucionou sim o modo de se jogar e ver futebol. Taticamente então, nem se fala, ela trouxe para o mundo do futebol, que jogava com duas linhas de quatro (o famoso 4-4-2), um 4-3-3, semelhante ao que fez o Flamengo de Zico em 81.
Outra coisa que dizer por aí, é que essa seleção foi melhor que a seleção de Pelé, Garrincha, Gerson. É algo bem discutível. Tive a infelicidade de não ver nenhuma das duas jogarem, porém afirmo com certeza que ambas foram essenciais para o futebol mundial. E, se uma é melhor do que a outra é relativo. Sei que sou a favor de ressaltarmos o bom futebol, o bem jogado, o bem treinado.
Ainda tem uma grande parcela da minha geração que acha que o maior jogador do Flamengo foi o Petkovic; que o Ronaldinho Gaúcho é o cara. Claro que temos que exaltar esses caras, porém eles não são os únicos, muito menos os melhores.
Outra ideia que tive com esse post é de voltar a postar vídeos com as jogadas incrível desses craques.
Enfim, que viva sempre o bom futebol, o bem feito, o bem bonito, o bem jogado, o que salta aos olhos do leigo e também aos olhos do amante. Temos que olhar para o especial como especial e para o comum como comum. Não podemos tornar tudo o espetacular. Deixa que a mídia já faz isso por nós. Que o Neymar seja o Neymar e não o “novo Pelé”. Que o Messi seja o Messi e não o “ novo Maradona”. Que as coisas sejam postas nos seus devidos lugares, sem menosprezar ou engrandecer um ou outro.  


Curtam os vídeos: 

Johan Cruyff:






Holanda 1974:



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